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Síndrome de Burnout - Descubra o que é e como as Empresas podem ajudar no Combate

03/08

Síndrome de Burnout: Descubra o que é e como as Empresas podem ajudar no Combate. Neste artigo, explicamos o que é a Síndrome de Burnout e quais medidas podem ser adotadas pelas Empresas a fim de combater este transtorno.   

Conteúdo:

Nos dias atuais, as empresas têm se preocupado bastante quanto à saúde e à qualidade de vida de seus colaboradores. E isso é algo muito válido já que, por vezes, estas questões não recebem(ram) a devida atenção.

Segundo os dados da Previdência Social, em 2017, cerca de 43,3 mil auxílios-doença foram pagos devido a episódios depressivos, fazendo da doença a 10ª com mais afastamentos. Outro dado importante é também da Previdência social que mostrou que cerca de 10% dos afastamentos foram de pessoas com transtornos mentais.

O psicólogo Ueliton Pereira diz que, entre esses transtornos mentais associados ao trabalho, os mais comuns são depressão, transtorno de pânico, ansiedade e síndrome de burnout, da qual falaremos mais sobre neste artigo.

O que é Síndrome de Burnout


Expressão criada por Freudenberger, em 1970, a Síndrome de Burnout é um transtorno emocional com sintomas de exaustão física, emocional e mental. É considerada a resposta emocional a situações de estresse.

O seu significado vem do inglês: burn out - apagar se, esgotar-se, ou seja, a escolha do nome faz todo o sentido já que a comparação é feita a algo que deixou de funcionar por falta de energia.

Esta síndrome geralmente é ocasionada pelo aumento de jornadas exaustivas sem intervalos adequados, pela imposição de metas extremamente abusivas e também pela falta de reconhecimento ou autonomia no ambiente de trabalho.

Quais são os Aspectos Básicos da Síndrome de Burnout


Dentro do campo de estudo desta síndrome, existem 4 (quatro) linhas teóricas principais, sendo elas: organizacional, clínica, sócio histórica e sociopsicológica.

A teoria sociopsicológica diz que a união das características psicológicas do colaborador e do ambiente de trabalho criam os aspectos básicos da síndrome de burnout, conforme descrito abaixo:

Exaustão emocional:

O colaborador passa a se sentir extremamente cansado, sem força e energia para concluir as tarefas designadas a ele.

O sentimento de solidão, depressão, raiva, entre outros, também é um traço bastante evidente quanto ao aparecimento da síndrome.

Além disso, o colaborador adota uma postura pessimista em relação a sua vida, principalmente no trabalho.

Despersonalização:

O colaborador começa a distanciar dos colaboradores e das pessoas do seu convívio, demonstrando falta de empatia às necessidades do outro.

Outro fator interessante é que tudo relacionado ao trabalho passa a ser um incômodo, somente a ideia de saber que terá que ir trabalhar no dia seguinte o deixa frustrado. E esse sentimento faz com que o colaborador comece a ter atitudes que antes não eram comuns a ele como por exemplo procrastinar a entrega de tarefas importantes.

Baixa realização profissional e pessoal:

A sensação de fracasso e da falta de reconhecimento para o seu trabalho é outro fator característico da síndrome. Nesse ponto, quando mais o colaborador sente que existem expectativas acerca do seu trabalho, mais ele se sente frustrado para incompetente para fazê-lo.

Estratégias para combater a Síndrome de Burnout


No Brasil e no mundo, os estudos sobre a síndrome de Burnout ainda são poucos. Porém existem algumas estratégias que podem e devem ser tomadas pelas empresas e pelas pessoas a fim de minimizar o crescimento deste mal.

1 - Estratégias Organizacionais

A primeira estratégia diz respeito às ações que a empresa primeiramente precisa tomar.

Você possui um mapa estratégico da sua empresa? Você tem desenhado a estrutura organizacional da empresa, dos departamentos e dos cargos? Se a resposta for não, algumas coisas precisam mudar.


Reavalie todos os processos de trabalho adotados pela sua empresa, fazendo, se necessário, mudanças no estilo de gestão e de liderança. Flexibilize as cargas de horários e disponibilize tempo suficiente para o descanso.

Forneça planos de carreira e atividades que possibilitem, além da interação interpessoal, a valorização e o reconhecimento do colaborador.

Lembre-se que o objetivo da empresa deve ser o de criar/modificar o ambiente de trabalho de forma a acabar com as jornadas de trabalhos exaustivas, as metas abusivas e a falta de reconhecimento que são das principais causas da síndrome de burnout.

2 - Estratégias Individuais

Enquanto a primeira estratégia diz respeito às ações que empresa precisa tomar, a segunda estratégia fala das ações que os próprios colaboradores precisam tomar.

A Síndrome de Burnout é um transtorno mental. Por isso, uma das melhores ações que os colaboradores podem tomar é estar atento à própria qualidade de vida e da saúde mental.

Tente entender como o colaborador tem lidado com as situações complicadas e com os eventos negativos que podem ocorrer tanto no trabalho como na vida. Como ele tem encarado cada desafio?

A forma como os colaboradores enfrentam os desafios é bastante importante para manter a saúde mental. A inteligência emocional deve ser treinada tanto quanto à intelectual.

Outro aspecto que deve ser observado pelos colaboradores é o de se ter hábitos saudáveis como, por exemplo, se alimentar melhor, praticar exercícios físicos, dormir bem e ter momentos de lazer, ou seja, tudo aquilo que sabemos ser essencialmente para a vida de qualquer ser humano.

3 - Estratégias Combinadas

A terceira estratégia é na verdade a combinação da primeira e da segunda estratégia.

Dê atenção para a comunicação interna da sua empresa, faça reuniões periódicas com a equipe a fim de discutir e refletir sobre os problemas, entenda quais as reais necessidades de cada um de seus colaboradores.

Organize palestras ou programas de conscientização sobre os riscos a que estão expostos e sobre como identificar a síndrome de burnout.

Considerações

A síndrome de burnout é real e o seu crescimento aumenta a cada vez mais. Como empresas, precisamos cuidar do maior capital corporativo de uma organização: o capital humano.

E como seres humanos precisamos nos esforçar a cada dia mais para que seja possível vencer todos os desafios de forma conjunta.

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Por Antônio Júnior, Especialista em Gestão Estratégica de Negócios e Master Trainer.

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